Por que aprender a programar em COBOL?

Uma linguagem de programação procedural, verborrágica, difícil de dominar, que as universidades não ensinam mais, criticada por (quase) todo mundo mas que continua viva e forte há quase 60 anos nas maiores empresas do mundo.

Tenho pelo menos sete motivos para você aprender essa linguagem.

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O COBOL orientado a objeto

International Standard Organization (ISO) aprovou em 2002 (e depois revisou em 2014) um novo padrão para o COBOL que, dentre outras alterações, tentou unificar a notação da orientação a objetos na linguagem.

A ISO forçou a barra? Ou essa evolução era realmente necessária?

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A famosa lápide do COBOL

Muita gente já viu essa imagem. Ela foi usada muitas vezes em publicações que vaticinaram o falecimento do COBOL e ultimamente tem aparecido em alguns artigos que afirmam justamente o contrário.

O que pouca gente sabe é que isso não é uma arte gráfica: esse objeto existe de verdade e, por trás dele, existe uma história que envolve projetos atrasados, frustrações e competitividade na indústria.

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O famigerado comando ALTER

Poucos comandos podem ser tão contrários às boas práticas de programação em COBOL quanto o comando ALTER. Mas entender como ele funciona, o que ele se propõe a fazer e quais são os efeitos a longo prazo podem nos ajudar a pensar melhor em nossos programas, antes de começar a codifica-los.

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O controverso comando GO TO

Combatido pelas patrulhas das melhores práticas e banido de linguagens mais novas como Java e Phyton, mesmo profissionais de TI com pouca experiência em programação COBOL acreditam piamente que o GO TO é um mal que precisa ser combatido. Mas existe alguma situação em que seu uso possa ser justificado?

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